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29 de maio de 2011

Viagem no Tempo - 2

Os meus amigos que participaram da apresentação de “ As Pegadas dos Bichos” hão de lembrar que a primeira pegada apresentada era de um dinossauro. Pois bem, resolvi pesquisar um pouco mais sobre as pegadas desses tais dinossauros e descobri algumas coisas interessantes. Vale conferir:

1- Que os dinossauros existiram de verdade nem dá para discutir. Tem um montão de ossos gigantes espalhados por tudo quanto é lugar do planeta, incluindo no Brasil (veja também: Viagem no Tempo -17/04/2011).

2 – A forma desses gigantes, os sons emitidos, a cor que possuíam entre outras características, são reproduzidos por computadores em diversos laboratórios, a partir dos estudos realizados nos vestigios encontrados em diversas partes do mundo.

Porém, em um lugar bem pertinho daqui existe o maior conjunto de pegadas de dinossauros já encontradas. Fica em Sucre na Bolívia.

FANCESA-Indústria que explora o solo para produzir cimento

Durante as escavações feitas por uma empresa que produz cimento (FANCESA) foi encontrada uma enorme placa que serviu como solo para os dinos, a milhares de anos atrás. Não se sabe ao certo se as pegadas têm algo a ver com o momento da extinção dos dinossauros. Contudo, essa placa teria se deslocado verticalmente pela ação de forças geológicas e hoje está na forma de uma enorme parede que pode ser observada a distancia pelos turistas, onde as pegadas estão lá e bastante visíveis.

Sucre - Sobre a Coordilheira dos Andes

No entorno da placa foi construído um parque temático (Parque Cretácico) que apresenta diversas réplicas de dinossauros que parecem até ser dinos de verdade.



O Parque é visitado todos os anos por milhares de turistas e serve também como laboratório de estudo para paleontólogos que pesquisam sobre a vida, não só dos dinossauros, mas também de outras espécies que viveram a milhares de anos atrás.


Pegada de um ORNITÓPODOS


Pegada de um dino carnívoro -As bolinhas na ponta são das garras
Os dinos do Parque Cretácico são bonzinhos




É possível avistar a placa pelo Google Earth e saber mais consultando a internet, fica a disposição logo a baixo, o site da empresa de cimento.

17 de abril de 2011

Viagem no Tempo


A cerca de 230 milhões de anos atrás, eles dominavam o planeta, até que algo aconteceu e provocou a extinção de quase todas as linhagens, à exceção das aves – entendido por muitos cientistas como as únicas representantes atuais.


A etimologia da palavra tem origem no grego “déinos”, terrivelmente grande,
e “sauros”, lagarto, e por extensão, réptil.
 
Cientistas supõem que há 65 milhões de anos tenha ocorrido a queda de um grande asteróide sobre o planeta Terra. Este teria levantado uma grande quantidade de poeira na atmosfera e acabou por impedir que a luz do Sol alcançasse a superfície. Como conseqüência, muitas espécies vegetais que necessitavam fazer fotossíntese para viver teriam morrido desencadeando, também, a morte de dinossauros herbívoros, e em seguida, de seus predadores carnívoros, causando o fim da era desses majestosos seres.
Paraphysornis brasiliensis
Agora Imagine por um instante a 22 milhões de anos atrás, durante o Plioceno, quando corriam pelas terras do Brasil criaturas semelhantes aos raptores do cretáceo., predadores bípedes com garras e apetites vorazes, sem caudas longas ou dentes muito afiados, porém tão sanguinários quanto seus ancestrais. É isto mesmo, uma ave brasileira descendente dos grandes dinossauros.

O Paraphysornis brasiliensis é um dos membros de uma família denominada, vulgarmente, de Aves do Terror, devido sua natureza predatória que lhes conferiram o status de predadores dominantes, durante o Brasil Pliocénico.

Um dado evolucionário interessante desta família de aves predadoras é que suas asas estariam se desenvolvendo, evoluindo para um tipo de mão primitiva. Como dito anteriormente, os cientistas consideram estas aves sobreviventes à extinção cretácea.


A DESCOBERTA

A descrição da espécie tem como base no esqueleto quase 100% recuperado procedente dos sedimentos terciários da Bacia de Taubaté (Brasil). Muitas réplicas deste fóssil foram feitas e enviadas para diversas partes do mundo, incluindo Estados Unidos e Japão sendo que a peça original permanece no Brasil.

Crédito:
Como saber a idade dos fosseis de dinossauros?
- Método de datação com carbono-14

A forma atual de se determinar a idade de fósseis está baseada no conhecimento sobre a radioatividade. Trata-se de um método radiométrico ou datação radiométrica. Esta técnica fundamenta-se nas propriedades radioativas que certos átomos ou isótopos de determinados átomos apresentam.
A radioatividade é uma forma de energia contida nos núcleos atômicos quando o núcleo do átomo é estável, ou seja, não há nada perturbando a harmonia entre os prótons e neutros, daí a radioatividade fica contida (presa no núcleo). Porém, em algumas situações, esta energia escapa do núcleo e pode ser percebida e medida por equipamentos específicos para medir radioatividade.
Alguns átomos ou isótopos de alguns átomos são mais propensos a deixar escapar de seus núcleos esta forma de energia, por exemplo: o carbono e/ou urânio que podem ser naturalmente radioativos.
Estes átomos estão presentes na vida de todos os seres vivos e acabam servindo como uma espécie de relógio radiativo que permite saber, a partir da quantidade de energia que ainda resta, a idade dos materiais ou dos seres vivos que estiveram em contato com estes átomos. É importante saber que átomos de carbono radiativo (carbono-14) são ingeridos ou inalados por qualquer espécie viva (matéria orgânica) e o urânio é liberado das rochas e solo a todo instante, e se transforma em outros elementos como o radônio.
O teste do carbono-14 permitiu estabelecer a idade de muitos achados
Para ver as horas nessa espécie de relógio radiativo é preciso usar equipamentos que contam o número de átomos ainda existentes no fóssil ou material e comparar com a quantidade de átomos que se imagina que havia no começo. A diferença entre as quantidades final e inicial fará os cientistas perceberem a idade do achado. È importante saber que essa técnica (relógio) não serve para calcular a hora, o mês ou o ano em que alguém nasceu, mas funciona bem quando se precisa determinar a idade de achados muito antigos como cerâmicas de civilizações antigas ou mesmo os ossos dos dinossauros.
Veja também: Relógio Atômico (Tempo 12-01-2011)

25 de março de 2011

Pegada Ecológica

O WWF-Brasil

É uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.


Missão do WWF-Brasil

Contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, harmonizando a atividade humana com a conservação da biodiversidade e com o uso racional dos recursos naturais, para o benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Para saber mais acesse:
http://www.wwf.org.br/

13 de março de 2011

Balão Azul

Nosso Lindo Balão Azul

Se você quiser vir com a gente, venha que será um barato...


Lindo Balão Azul
Nando Reis
Composição: Guilherme Arantes


Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo é futurista
É lunático...

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântico...

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito...

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato...

Pegar carona
Nessa cauda de comêta
Ver a Via Láctea
Estrada tão bonita

Brincar de esconde-esconde
Numa nebulosa
Voltar prá casa
Nosso lindo balão azul...

Nosso lindo balão azul  
Nosso lindo balão azul
Nosso lindo balão azul

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CienTec - 2008

Ao fundo, Urânia a deusa da Astronomia
Palestra sobre Sismologia
Observatório do CienTec
Telescópio - CienTec


CienTec 2009

Hora da merenda

Mini-estação Meteorológica


Galera sentada no SOl do CienTec


CienTec 2010








CATAVENTO - 2009





INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)















CienTec 2011
 



 

5 de março de 2011

É bom saber...

COMO CONSERVAR A BATERIA DO NOTE BOOK?

Lítio nas baterias
As atuais baterias de Li-Ion (Íons de Lítio) usadas em laptops são muito melhores que as antigas de Ni-Cd (Níquel Cádmio) e as de Ni-MH (Níquel Metal Hidreto), pois oferecem maior autonomia e não sofrem do efeito memória. Elas têm, em média, uma vida útil mínima de 300 ciclos completos de carga/descarga que se traduz na seguinte forma: cada vez que se usa a bateria até zerar a carga totalmente (até 0%) ou chegar perto disso, já foi queimado um ciclo e diminuído sua capacidade de reter carga e a sua vida útil. Assim essa prática deve ser evitada ao máximo, ou seja, não deve ser realizada desnecessariamente, porém, deve ser efetuada de acordo com a recomendação do fabricante do seu notebook para calibrar os seus mecanismos internos.
Em uso normal (antes de fazer o ciclo regular de carga/descarga) regule o gerenciador de energia do seu notebook no Painel de Controle do Linux/Windows para quando a carga restante da bateria atingir um determinado nível, o notebook deve entrar em modo de espera, hibernar ou desligar, mas nunca o deixe abaixo de 30% (do contrário, será como estar ciclando a bateria e queimando mais um ciclo...). Por via das dúvidas, deixe entre 30%-40%.


Quando este nível mínimo estabelecido for atingido, de preferência, carregue novamente a bateria até 100%. Geralmente não há problema em deixar a bateria conectada ao notebook após ser carregada 100% e com a fonte ligada à energia elétrica, pois o carregamento é interrompido e o notebook passa a ser alimentado diretamente pela fonte. Mas se o calor gerado pelo notebook for grande e transferido para a bateria ou se a bateria ficar próxima das "zonas quentes" do notebook, como precaução, o melhor é retirar a bateria.
As baterias de Li-ion não sofrem de efeito memória, então não é necessário que elas sejam descarregadas totalmente para então depois serem totalmente carregadas. Podemos começar a usar o notebook sendo alimentado pela bateria e depois conectar a fonte. Ex: quando a carga estiver em 90%, 60%, 35%, etc...
Evite submeter a bateria às temperaturas altas (calor), pois isso literalmente pode danificar suas células ou até mesmo causar explosão; altas temperaturas são inimigas   mortais das baterias!
Caso pretenda guardar a bateria por um longo período, carregue-a  completamente e depois use normalmente até chegar em 40% de carga, retire-a do notebook e guarde-a em local arejado, longe de calor (mas também não é prá guardar a bateria por 6 meses), depois é só usá-la normalmente. Existem programas que checam o nível e o desgaste; O Everest Ultimate Edition e o Notebook Hardware Control (NHC), o qual precisa também da prévia instalação do Net Framework 2.0 ou 3.0 da Microsoft; mas, às vezes, o uso do MobileMeter.



O MobileMeter é bem simples e não precisa instalar nada, pois é um arquivo executável de 50kb e é compatível até o Windows XP; os melhores são o Everest Ultimate Edition e o Notebook Hardware Control; além disso todos esses programas também informam as temperaturas da CPU e do HD.
O Everest também informa todo o hardware do laptop e o Notebook Hardware Control, permite o gerenciamento do clock de processadores AMD e Intel e de placas de vídeo ATI  para maximizar a autonomia da bateria.
 



Obs: É importante verificar as recomendações do fabricante, pois as referências acima são de uso geral.


 
Cálcio: MUITO ALÉM DOS DENTES

De acordo com a Dra. Isabela C. Pimentel, especialista em nutrição, cardiologia e nutricionismo clínico, o elemento cálcio é o mineral mais abundante no organismo humano representando cerca de 1,5 a 2,0% do peso corpóreo.



Embora seja associado a formação e manutenção de ossos e dentes dos seres humanos e outros animais, o cálcio também desempenha papel no metabolismo. Aproximadamente 1% do cálcio presente no organismo está presente no plasma na forma de cálcio ionizado ou livre (50%), cálcio não-ionizável (10%), ligado às substâncias como citrato ou fosfato e também, cálcio ligado às proteínas, como albumina ou globulina(40%). A parte do cálcio ionizado é importante para a maioria das atividades do organismo que dependem desse elemento, exercendo efeito sobre a freqüência cardíaca, sistema nervoso e coagulação sanguínea.

Doenças como raquitismo, gravidez ou lactação, estão relacionadas com  a baixa ingestão do cálcio que pode levar  o paciente a um quadro de contração involuntária das mãos que pode progredir para  convulsão.

Outros efeitos  da ausência dos íons de cálcio: sem ele não é possível ocorrer coagulação sanguínea e o coração perde a capacidade de bombear eficientemente o sangue causando lentidão na freqüência cardíaca.

Referências
Fonte: CardioPrimer
http://www.cardioprime.med.br/noticias.php?id=122




 IODO NO ORGANISMO
 Presente no mar e no solo na forma de íons (iodeto)  é mais um micro mineral, nutriente importante para o nosso organismo.  Nosso organismo precisa de pequenas concentrações desse elemento (cerca de 15 a 23 mg de iodo para um adulto).


A maior parte do iodo destina-se para a glândula tireóide, onde participa da formação dos hormônios tireoidianos (tiroxina e triiodotiroxina), responsáveis  pelo bom desenvolvimento do cérebro e dos neurônios, na reprodução, na produção da vitamina A, na síntese de proteínas e absorção intestinal de carboidratos, e também, na atuação de varias enzimas importantes.

Desde 1953 o Brasil adota o processo de iodização do sal de cozinha para prevenir os problemas de saúde que a falta de iodo pode causar no organismo.
A quantidade de ingestão recomendada é de 150 mcg/dia,  ou seja, um milésimo de um miligrama por dia, para os adultos saudáveis. As gestantes e as lactantes, em geral, precisam aumentar essa quantidade para 175 mcg/dia.

A maior quantidade do iodo que necessitamos é obtida do sal de cozinha iodado, porém, existem outras fontes que nem sempre fazem parte do cardápio de muitas pessoas. O iodo também pode ser obtido a partir do consumo de frutos do mar (camarão, ostras), peixes (atum, bacalhau) e algas, alguns legumes (vagem, rabanete, agrião, nabo, cebola, etc.), frutas como o ananás, as ameixas e os ovos cozidos.
  Deficiência de ingestão
Uma alimentação deficiente em alimentos que contenham iodo, associado a problemas de saúde que levem a uma baixa absorção do mesmo, ingestão de alimentos capazes de impedir ou dificultar a sua absorção como: pêssegos, amêndoas, soja e mandioca.

Conseqüências da Deficiência
O bócio é, com certeza, a doença mais temida na deficiência de iodo, porém, não é o único problema. Os principais sintomas ou conseqüências da deficiência do iodo são: para as gestantes em relação à formação do bebê, nas crianças e nos adultos, o próprio bócio, hipotireodismo, retardamento no desenvolvimento ósseo, físico e mental.

Bócio, doença também conhecida como "papo"
 Conseqüências do Excesso
Pessoas submetidas à alta dose de iodo, também podem apresentar inibição da atividade tireoidiana.

Referências Bibliográficas
BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE – Ministério da Saúde.



Bário  - O caso - Celobar

ENTENDA A INTOXICAÇÃO NO CASO CELOBAR

Celobar é uma espécie de medicamento ingerido para dar contraste nos órgãos do sistema disgestório afim que estes fiquem visíveis nas radiografias.

Contraste com CELOBAR
 Em Junho de 2003, um erro provocou a intoxicação em dezenas de pessoas levando, inclusive, algumas à morte. A causa: um veneno chamado carbonato de bário (BaCO3). Medicamento que causou a tragédia:

CELOBAR - deveria conter somente sulfato de bário (BaSO4). Mas a indústria farmacêutica que produziu o remédio, na tentativa economizar na transformação do carbonato em sulfato, cometeu um erro que fez com que quase 15% da massa do Celobar comercializado fosse de BaCO3.
Sulfato de Bário
O problema é que os íons Ba2+ são muito tóxicos e quando absorvidos, causam vômito, cólicas, diarréia, tremores, convulsões e até a morte. Cerca de 0,5 g é dose fatal. Embora os dois compostos (BaSO4 e BaCO3) contenham bário, o BaSO4 não é perigoso porque praticamente não se dissolve na água. Neste caso, os íons Ba2+ não são liberados para serem absorvidos pelo organismo. Com o BaCO3 é diferente. Apesar de pouco solúvel em água, ele reage com o ácido clorídrico (HCl) do nosso estômago - o que não acontece com o BaSO4 formando um sal solúvel, o cloreto de bário (BaCl2). Ao se dissolver, esse sal se dissocia, liberando íons bário para o organismo. O corpo absorve esses íons e a intoxicação acontece.

Créditos: Dr. Luís Fernando Pereira

26 de fevereiro de 2011

Tabela Periódica

Em 1789, Antoine Lavoisier contribuiu com a ciência anunciando uma lista de 33 novos elementos químicos que foram agrupados como: gases, metais, não-metais e terras.
Em 1869, uma época em que só se conhecia 60 elementos químicos organizados pelas suas massas atômicas, o químico russo Dmitri Mendeleiev propôs a organização dos elementos  alocando-os na mesma coluna, conforme suas afinidades químicas.
À medida que crescia o número de elementos químicos, outros cientistas trabalhavam a organização de uma tabela periódica de fácil compreensão das propriedades dos elementos e que pudesse prever o comportamento das substâncias por eles formadas e compreender as reações que ocorriam entre os elementos químicos.
Uma das primeiras tentativas de elaboração da tabela atual
 Em 1829, Johann Wolfgang Döbereiner observou  que muitos elementos podiam ser agrupados em grupos de três (Tríades) de acordo com suas propriedades e seus pesos atômicos.
O professor de química russo Mendeleiev e o cientista Julius Lothar Meyer publicaram, de forma independente, as suas tabelas periódicas em 1869 e 1870, respectivamente. Nas suas tabelas encontravam-se os elementos de uma linha ou coluna em ordem de peso atômico (A), e  iniciando uma nova linha ou coluna quando as características dos elementos começavam a se repetir. Porém, algo muito significativo nesta classificação seria o fato deles  terem percebido a necessidade de deixar lacunas para elementos que ainda não tinham sido descobertos.


Em 1913, através do trabalho do físico inglês Henry G. J. Moseley, que só veio a ratificar o modelo atômico de Bohr, corrigiu-se o erro de ordenar os elementos conforme seus pesos atômicos, utilzando agora os seus números atomicos (Z).
Nos anos seguintes, após a publicação da tabela periódica de Mendeleiev, as lacunas deixadas foram preenchidas com as novas descobertas de mais elementos químicos. O último elemento de ocorrência natural a ser descoberto foi o Frâncio, em 1939. No entanto, novos elementos viriam, posteriormente, complementar a tabela periódica com mais a adição dos elementos sintéticos (artificiais) e  transurânicos, como o caso do netúnio (primeiro elemento transurânico, descoberto em 1939) formado a partir do bombardeamento de urânio com nêutrons, em um cíclotron (acelerador de partículas).
Existem programas que monstram onde cada elementos participa nas atividades humanas
Para saber mais acesse o link abaixo e verá uma tabela que traz informações sobre os elementos quimicos conhecidos no nosso planeta.
http://www.ptable.com/